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Sente-se aniquilado diante dos fracassos, embora não deixe ninguém perceber; |
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Teme experimentar um sentimento de abandono; |
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Precisa de reações autoritárias e agressivas para defender suas idéias; |
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A culpa é um sentimento que anda sempre por perto; |
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Prefere estar “mal acompanhado” do que “só”; |
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Costuma utilizar o ataque como autodefesa; |
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Sente necessidade em ocultar suas idéias e planos no ambiente familiar; |
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Detesta que suas idéias e atitudes sejam questionadas; |
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Embora deteste uma sugestão ou proposta, tem dificuldade em dizer NÃO; |
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Manifesta aspereza ou irritabilidade exacerbada quando alguém aborda algum assunto do qual não gostaria de falar; |
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Utiliza seu tempo em “arranjar uma desculpa” quando precisa ser verdadeiro; |
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Qualquer rejeição, por menor que possa parecer, é capaz de provocar um sentimento de pouca valia; |
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Outros valores, que não apenas o desejo tem lhe feito “conviver intimamente” com quem não gostaria; |
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Diante de uma pergunta que o deixa ameaçado, seu “sim” é imediatamente precedido do... “qual é o problema?”; |
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Questiona, com certa frequência, seu relacionamento íntimo, amoroso ou conjugal; |
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Resiste em reavaliar o que muitos já lhe apontaram como “alguém de difícil convivência”; |
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Sofre, antecipadamente, por uma dificuldade, mais que outra pessoa sofreria se estivesse em seu lugar; |
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Frustrações e decepções lhe enfraquecem e o imobilizam por um longo tempo; |
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Sem o elogio, o reconhecimento, a valorização verbalmente declarada, não consegue realizar nada; |
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Nega precisar de ajuda psicológica com a alegação: “Tenho problemas como todo mundo”. |