O uso das essências florais é secular. Muito antes de Cristo, seu uso se destinava à curas medicinais.
As essências florais têm uma longa história registrada em diferentes culturas e antigas civilizações como a Lemúria e Atlântida.
Os aborígenes australianos obtinham os efeitos benéficos de uma essência floral,comendo a flor inteira.
A essência, liberada pelo orvalho e potencializada pelo sol, era então consumida juntamente com a flor; dessa forma, aqueles povos se beneficiavam também das propriedades nutritivas da flor.
Hoje, as essências florais são preparados de extratos fluídos retirados à partir de uma infusão de flores silvestres e de jardim em água (flor na superfície de água em recepiente de vidro) expostas ao sol e conservadas na própria água em conhaque ou vinagra de maçã. Sintetizando grosseiramente, esse seria o princípio básico para o preparo de um Floral, sem esquecer que nessa infusão de flores são respeitados aspecto vibracional e energético desse vegetal.
Vale lembrar que tanto os remédios homeopáticos quanto as essências florais têm uma natureza vibracional, eles não atuam pela composição química do líquido como os remédios alopáticos, mas sim pela energia vital proveniente da planta e contida na memória da água (água tem memória).
As essências florais atuam através dos vários campo de energia humana, daí influenciar no equilíbrio psicossomático.
O equilíbrio se dá pelo alinhamento do corpo mental e emocional.
O ser humano adoece pelo desequilíbrio nesses campos energéticos...
Há um vastíssimo repertório de essências florais no mundo... milhares de pesquisadores...
Dr. Bach, pioneiro nas pesquisas de Florais, tem uma colocação belíssima sobre a força e singeleza dessas essências:
- "Elas são capazes, assim como uma bela música, de elevar nossas almas e colocar-nos mais próximos de nós mesmos e, atuando dessa maneira, dão-nos paz para nossas inquietações. Elas curam, inundando nossos corpos de vibrações de nossa natureza superior, na presença das quais, qualquer enfermidade derrete como neve ao sol." (Edward Bach)
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