Apresentação

"Conheças todas as teorias, domine todas as técnicas,
mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana."

(Carl Gustav Jung)


Psicóloga -
CRP 05/10053

Formação em Psicologia Clínica - UGF/RJ.

Pós-Graduação em Psicossomática - UGF/RJ.

Pesquisadora em Essências Florais nos diversos Sistemas: Bach, Califórnia, Austrália, Alasca e Minas - UERJ.

Conferencista no IV Fórum de Psicossomática: "Síndrome do Pânico - Uma Nova Leitura"

Prática de Psicologia Hospitalar (interdisciplinalidade) - Atendimento Psicossomático
Hospital Carlos Chagas/RJ.

Hipnose Ericksoniana - INAP - Instituto de Neurolinguística Aplicada/RJ.

Consultório de Psicologia - Experiência de 24 anos na prática de atendimento psicoterápico.

 

Nosso movimento diário nos leva tão somente a resolver assuntos práticos, exatamente como é a dinâmica do nosso dia-a-dia. Tratar de questões psicológicas, quase sempre, nos parece adiável, embora façam parte de nossa vida e seja uma necessidade tão antiga quanto a própria humanidade. Não discordamos que as emoções, de algum modo, repercutem em nosso corpo, mas, em determinados momentos, não temos clareza para explicar o fato.

Quantas vezes nos pareceu tão evidente o quanto as emoções foram responsáveis por alguma alteração orgânica? A partir dessa observação, não dá para duvidar o quanto nossa vida psíquica constitui-se de um somatório de experiências atuais e passadas, percebidas e registradas, de maneira peculiar.

Que o campo de nossos interêsses, de nossas censuras, de nossos desejos, nem sempre se limita à esfera consciente, mas antes e sobretudo, ao inconsciente.

A resultante ação do psíquico sobre o corpo,expressará sempre algo de muito pessoal, ligado à nossa história de vida.

Os distúrbios que envolvem corpo e psiquismo são objeto de estudo da Psicossomática.

É importante observar que não basta apenas cuidar dos sintomas, como fazia a Medicina tradicional. Hoje, felizmente, a prática médica também lança um olhar psicossomático, cuidando ou encaminhando para que se descubra a dinâmica interna que levou àqueles sintomas, porque o nosso corpo, comprovadamente, nunca está doente sozinho, ele nada faz por si mesmo senão expressar as informações da nossa consciência.